Humano!
Aquela raça fraca, porca,
Nojenta, vergonhosa,
Imunda, contaminada,
Corrompida, sem escrúpulos,
Insaciável, mesquinha
Que mata esfola e esquarteja!
Não há ambição própria
Vontade ou sonho
Apenas o desejo de
Espezinhar, maltratar,
Devorar e violar
Qualquer que não seja o próprio!
O vizinho, o colega,
O camarada ou o conhecido
Apenas o protege a Vingança!
Desprezando, aniquilando,
Segue-se caminho,
Cilindrado, devastando,
Chega ao destino!
Não faz
Dinheiro o meio, pessoas o fim,
Maltrata utilizando
As pessoas o meio, dinheiro o fim!
Ricardo Jorge
11-03-11
O outro Eu, o eu próprio
sexta-feira, 11 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
Confiança
Que és tu?
Onde estás tu?
Que fazes tu?
És a força?
O motor?
Ou apenas a tua ausência
É destruição?
Fugiste,
Abandonaste,
Não deste a oportunidade
De lutar!
Vitima,
Inocente, talvez,
Ou culpado,
Mais certo,
Desisti
De lutar,
Dos sonhos,
Das utopias,
Do Amor!
Mas que faço sem ti?
Como sigo em frente?
Como olho para o envolvente?
Não estas presente,
Não ajudas, nem empurras.
Ultrajo-te, Difamo-te,
Odeio-te,
Apenas me matas
Lentamente!
Ricardo Jorge
11-03-11
Onde estás tu?
Que fazes tu?
És a força?
O motor?
Ou apenas a tua ausência
É destruição?
Fugiste,
Abandonaste,
Não deste a oportunidade
De lutar!
Vitima,
Inocente, talvez,
Ou culpado,
Mais certo,
Desisti
De lutar,
Dos sonhos,
Das utopias,
Do Amor!
Mas que faço sem ti?
Como sigo em frente?
Como olho para o envolvente?
Não estas presente,
Não ajudas, nem empurras.
Ultrajo-te, Difamo-te,
Odeio-te,
Apenas me matas
Lentamente!
Ricardo Jorge
11-03-11
Cor
Enganaram-me quando desenharam
Uma vida cor-de-rosa;
De rosa só tem os espinho,
A cor a nada se parece com alegria,
Apenas um cinzento-escuro
Como trovoada!
Só vejo dor, sofrimento
Injustiça, indiferença, rancor,
Inveja, aquele sentimento feito
Que todos no íntimo sentimos
Lutamos contra ele,
Mas ele permanece!
A vida obriga-nos ao trabalho,
Ao fim das ambições,
Ao fim dos sonhos,
Ao fim das esperanças!
Tudo é amargo, tudo dói,
Tudo magoa, tudo arde!
E no fim apenas temos pedra fria
Para o corpo esgotado repousar!
Ricardo Jorge
11-03-11
Uma vida cor-de-rosa;
De rosa só tem os espinho,
A cor a nada se parece com alegria,
Apenas um cinzento-escuro
Como trovoada!
Só vejo dor, sofrimento
Injustiça, indiferença, rancor,
Inveja, aquele sentimento feito
Que todos no íntimo sentimos
Lutamos contra ele,
Mas ele permanece!
A vida obriga-nos ao trabalho,
Ao fim das ambições,
Ao fim dos sonhos,
Ao fim das esperanças!
Tudo é amargo, tudo dói,
Tudo magoa, tudo arde!
E no fim apenas temos pedra fria
Para o corpo esgotado repousar!
Ricardo Jorge
11-03-11
Eu!
Sinto que vivo numa prisão,
Cercado de Eu’s,
Consomem-me, devoram-me!
Estes são os únicos que estão comigo,
Nada mais me rodeia,
Nada mais me prende,
Apenas aqueles Eu’s
Que me Torturam!
Sou Eu que me esfolo,
Sou Eu que me massacro,
Sou Eu o Sacrificado!
Não consigo lutar,
Fico apático, petrificado,
Sem ter reacção.
Eu Sou o Meu Pior Inimigo!
Ricardo Jorge
11-03-11
Cercado de Eu’s,
Consomem-me, devoram-me!
Estes são os únicos que estão comigo,
Nada mais me rodeia,
Nada mais me prende,
Apenas aqueles Eu’s
Que me Torturam!
Sou Eu que me esfolo,
Sou Eu que me massacro,
Sou Eu o Sacrificado!
Não consigo lutar,
Fico apático, petrificado,
Sem ter reacção.
Eu Sou o Meu Pior Inimigo!
Ricardo Jorge
11-03-11
Nascer
Para aqui vim,
Não sei porque nasci,
A ninguém pedi,
Mas agora aqui estou.
Cresci, sofri!
Não quero mais,
Não me obriguem!
No fim de contas
Fui apenas mais um,
Assim como tantos outros,
E por nada me alegrei!
Ricardo Jorge
11-03-11
Não sei porque nasci,
A ninguém pedi,
Mas agora aqui estou.
Cresci, sofri!
Não quero mais,
Não me obriguem!
No fim de contas
Fui apenas mais um,
Assim como tantos outros,
E por nada me alegrei!
Ricardo Jorge
11-03-11
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